Posts com Tag ‘Supervisório’

A Elipse Software acaba de obter o certificado de conformidade de sua solução IEC 61850, cujos procedimentos de testes foram realizados pela DNV-KEMA na Holanda durante o mês de março de 2013.

Trata-se de um importante e fundamental passo para a consolidação do portfolio da Elipse como fornecedora de soluções de software para subestações de energia e centros de operação, incluindo produtos como interfaces locais de operação, gateways (conversores) de protocolos e sistemas de operação 24×7 de centros para empresas de geração, transmissão e distribuição de energia.

Os testes foram realizados no período de uma semana na cidade de Arnhem, e são compostos de uma análise de documentos exigidos pela norma, além dos testes de comunicação propriamente ditos, divididos em blocos de conformidade. Cada bloco é composto de testes obrigatórios e opcionais.

O Elipse Power e seu driver de comunicação IEC 61850 foram aprovados em todos os testes a que foram submetidos. Segundo Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse e responsável pela aplicação dos testes, todo o procedimento foi um sucesso:

“Os engenheiros da KEMA nos parabenizaram de duas formas. Primeiro, no tempo recorde durante os quais os testes foram feitos, pois levamos apenas quatro dias para percorrer todos os testes, recorrendo ao último dia para refazer alguns escolhidos. E em segundo lugar, por sermos uma das poucas empresas que não utilizou componentes de software de terceiros (conhecidos como protocol-stack), sendo toda a solução de total propriedade e conhecimento da Elipse Software”.

Por ser a DNV-KEMA um laboratório independente, o certificado é dito nível “A”. Empresas que utilizam seus proprios laboratórios (portanto não independentes) só podem emitir certificados nível “B”, desde que aprovados previamente pelo UCAIug.

O certificado e a versão oficial do driver IEC 61850 já estão disponíveis para download pelo site http://www.elipse.com.br. (mais…)

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opc rodrigoesilva

Ao longo dos anos, os desenvolvedores de softwares de automação desenvolveram drivers de comunicação dedicados para cada dispositivo de campo e seus diferentes protocolos de comunicação. O desenvolvimento da tecnologia OPC padronizou a interface de comunicação e permitiu que mais de um aplicativo de software com interface Cliente OPC pudesse buscar dados de um mesmo Servidor OPC. Abriu-se a oportunidade para se ter o conceito de um Servidor de Comunicação OPC, reduzindo drasticamente o número de interfaces entre os diversos sistemas de automação com os inúmeros dispositivos de campo.

O uso de um Servidor de Comunicação OPC centralizado reduz o número de interfaces e algumas de suas vantagens são: (mais…)

Claro, o Engenheiro se orgulha de sua IHM, com destaque para o realismo no monitor, a coordenação de cores nos dados e a maestria na navegação… E depois há o Gerente da Fábrica, deslumbrando KPIs em seu
dashboarde verificando como sua planta está efetivamente funcionando com a implantação da nova solução de MES. Os sistemas supervisórios, historiadores e analisadores de dados recebem todo o crédito quandose
evita uma crise no controle da planta. Alguém já pensou em agradecer ao humilde driver de comunicação? Sem dados, a IHM é apenas uma imagem bonita e as melhores análises do mundo são apenas ideias sem qualquer base na realidade. E você gasta dezenas ou centenas de milhares de reais nestes sistemas, enquanto o orçamento para o driverde comunicação nem sequer entra nas folhas de especificação dos sistemas… (mais…)

Engenharia de Software
Quando os primeiros computadores começaram a ser produzidos não havia qualquer preocupação e pouco conhecimento com relação aos softwares que poderiam utilizar em suas máquinas.
Computadores eram caros e trabalhavam com aplicações especificas de hardware, porém com a popularização dessas máquinas cresceu a necessidade de implementação de sistemas que tratassem os dados e retornassem uma informação.

elipse supervisorio

Preocupada com o constante aprimoramento de seus produtos, a Elipse Software acaba de lançar a versão 4.0 do E3. Entre as principais novidades apresentadas pela nova versão do software, destaque para o seu novo “engine” gráfico que usa a GDI+ para melhor desenhar suas telas. Abaixo seguem duas imagens ilustrando a nova qualidade de desenho.

A imagem acima mostra, à esquerda, uma tela em modo de qualidade normal e, à direita, em modo de qualidade alta

Ainda na parte ligada à visualização das telas, a novidade disponibiliza suporte a gestos multitoque. Já no campo da segurança, a base de usuários do E3 4.0 agora permite realizar a integração com os usuários do Windows. (mais…)

Característica-padrão de todos os supervisórios: tentam sempre ser simples, completos e fáceis de usar.

Nunca dão pau, nem é necessária muita experiência para programar. E um é melhor que o outro, sempre.

Bem, sendo assim, como escolher um software de automação bom e confiável? Dependendo do seu critério, a resposta tende a um ou outro software. Simples assim.

Mas então como selecionar um software para atender às suas necessidades? Segue abaixo um guia de seleção de softwares supervisórios.

1 – Conectividade: seu supervisório terá de se comunicar com diferentes tipos de protocolos?

Se a resposta for sim, verifique se o fabricante dos equipamentos mais comuns tem os drivers para os outros protocolos. Por exemplo, você tem que ligar 3 PLCs Allen Bradley a 2 medidores de energia que falam em Modbus via supervisório. Não adianta tentar o RSView ou FactoryTalk, pois ele não vai falar com os medidores. Ah, mas o cliente quer esse…. não tem problema (para tudo existe solução), mas se puder escolher, selecione pela conectividade sempre que possível.

2 – Programação ou configuração: você é um ás em VBA ou VBScript ou prefere configurar propriedades?

Se a resposta for “gosto de programar” ou ainda “tenho tempo suficiente para programar esse projeto”, selecione uma ferramenta que ofereça facilidades de programação. Estão entre essas o Elipse E3, o iFIX, o novíssimo Pulse da Afcon, para citar alguns.
Se você prefere “clique-e-mostre”, parta para softwares que exijam menos programação. Entre eles o P-CIM, o Citect, o Cimplicity e o Indusoft.

3 – Flexibilidade x Objetos prontos

Outra característica necessária, mas que traz dúvidas: quão flexível a ferramenta deve ser ao desenhar telas ou históricos. Em alguns softwares se faz necessário um malabarismo para se criar algo novo, mas a biblioteca te deixa tranquilo quanto ao que está disponível. E existem bibliotecas e bibliotecas, digamos.
A biblioteca Symbol Factory faz parte de alguns pacotes de supervisório. Por exemplo, no Pulse e nos Elipse Scada e E3 ela está presente. Mas no Pulse, quando você puxa algo da biblioteca, já tem os links preparados para serem animados (por exemplo, um gauge vem com a propriedade Ângulo pronta para ser ligada ao tag). Já no E3, é necessário “mudar para símbolo, desagrupar, selecionar o ponteiro, agrupar, criar o link com o tag, agrupar tudo de novo” e pronto. Qual terá o resultado mais rápido durante o desenvolvimento?

4 – Select * from tabela where date < sysdate() – 7

Você conhece banco de dados e sabe como sintonizar as tabelas para melhor desempenho? Bem, se não é sua especialidade, pergunte: vou mesmo precisar aprender isso para que meu sistema continue executando depois de 3 meses?
Existem ferramentas que dependem de bancos de dados minimamente sintonizados para funcionar. O Elipse E3 é garantido que precise de MS SQL Server: o Access dá pau depois de algum tempo rodando, isso é fato. Caberá a você desenvolvedor cuidar de aprender SQL, chaves primárias e índices. Boa sorte com a leitura no Google ou no site da Elipse (eu mesmo escrevi alguns artigos sobre isso lá).
Já outros, como o Pulse, utilizam banco de dados, mas instalam automaticamente o software, configura o usuário necessário, cria e gerencia as tabelas que serão utilizadas pelos seus históricos. Muito mais fácil.
Outros ainda, atendem suficientemente bem sem necessitar de um banco de dados. Formatos proprietários funcionam bem quando existem configurações de segurança de arquivos, para evitar problemas de perda de arquivos, por exemplo. Entre esses softwares estão o P-CIM, versões mais antigas do Intouch, o iFIX, o RSView e por aí vai.
A pergunta final é: meu projeto precisa de um banco de dados? Ou um formato de arquivos seguro dá conta do recado?

5 – Recursos para agilizar o desenvolvimento

Existem recursos construídos para facilitar e agilizar o desenvolvimento de projetos. Mas não vamos ficar dependentes deles, certo?
Um recurso interessante que existe no P-CIM e no PULSE é o conceito de células. Vamos dizer que você tenha muitos motores na sua planta, com a velocidade sendo mostrada na tela. Ao posicionar o motor na tela e linkar um tag para mostrar velocidade, você pode criar uma “célula”. Toda vez que copiar essa célula, o software lembrará qual o link que foi feito e você poderá mudar o tag para o novo motor. Assim, você replica os tags e motores com o mínimo de esforço.
Repita a operação no E3 fazendo o seguinte: crie um XObject e sua lista de propriedades. Crie um XControl e link com o Xobject. No XControl, faça o link com a propriedade desejada. Salve e “Registre a bibioteca”. Depois crie instâncias do XObject no servidor e do XCOntrol na tela. Link os tags às propriedades do XObject e link os XObjects ao XControls na tela. Salve tudo e execute para ver o resultado. Ligue para o suporte. Pronto, funcionou.

Os Dynamos do iFIX funcionam de maneira bem parecida às células do Pulse e são recursos recentes do software.

6 – Documentação

Algumas pessoas se preocupam com a documentação do software estar em português. Isso faz diferença para quem está começando a usar a ferramenta, realmente. Mas de todos os grandes fornecedores de automação, qual deles traduz os manuais para nossa língua? E quantas vezes você precisou do inglês para sanar dúvidas. Então, para quem já está na chuva, um pingo a mais não machuca.
O importante, em todo caso, é que a documentação seja efetiva( coisa que não acontece com o TATSOFT): ela responde ao que eu preciso responder? Encontro fontes ou referências suficientes para utilizar a ferramenta? Se sim, não preciso de translation…

7 – Relacionamento com o fabricante

Sabe aquela do “não é uma Brastemp, mas…”. Um dos pontos a ser questionado é: todos são legais quando te vendem (quase todos, por sinal), mas na hora que a comunicação trava, você está em campo com o cliente fungando o cangote e você liga para o fabricante, qual a reação dele com você?
Não importa com os outros: se o cara é bacana com todo mundo, mas do seu nome ele não gosta, não se preocupe. Outros supervisórios podem te ajudar!

De qualquer forma, ainda vale a máxima: o cliente é quem tem razão e você só quer defender o seu. Se o cara quer “aquele”, corra atrás e fique amigo do suporte “daquela” empresa.

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 -(o o)- RODRIGO SILVA

E por N motivos, sistemas , bem como os SCADA utilizam c0municações por Sockets TCP e sendo assim segue um post para os amigos em projetos ( Renato Moura e Murilo Zelic).

A seguinte lista descreve os códigos de erro possível retornados por WSAGetLastError em ordem numérica.

Valor Nome Descrição
10004 WSAEINTR Chamar função interrompida. Esse erro é retornado quando uma Soquete é fechado ou um processo é finalizado, em um pendente operação sockets do Windows (Winsock) para que Soquete.
10013 WSAEACCES Permissão negada. Foi feita uma tentativa de acesso a um soquete de uma maneira que é proibida pelas permissões de acesso.
10014 WSAEFAULT Endereço incorreto. O sistema detectou um inválido endereço ponteiro ao tentar usar um argumento ponteiro de uma chamar.Esse erro ocorre se um aplicativo passa um inválido valor ponteiro, ou se o comprimento da reserva é muito pequeno. Para instância, se o comprimento de um argumento, que é um sockaddr estrutura, é menor do que o sizeof(SOCKADDR).
10022 WSAEINVAL Argumento inválido. Alguns inválido argumento foi fornecido (de exemplo, especificando um inválido nível para a setsockopt (Soquetes do Windows) função). Em alguns casos, ela também se refere ao atual estado do Soquete — para instância, chamadoaceitar (Soquetes do Windows) Em um Soquete que não está escutando.
10024 WSAEMFILE Há muitos arquivos abertos. Número excessivo de aberto soquetes. Cada implementação pode ter um número máximo de Soquete alças disponível, tanto globalmente, por processo ou por segmento.
10035 WSAEWOULDBLOCK Recurso temporariamente não disponível. Esse erro é retornado de operações no de não bloqueio de soquetes que não podem ser concluídos imediatamente, de exemplo Recv Quando há dados é enfileirado seja ler a partir de Soquete. Ele é um erro nonfatal e a operação deve ser repetida posteriormente. É normal para WSAEWOULDBLOCK a serem relatados como o resultado de chamado conectar (Soquetes do Windows) Em um de não bloqueio Soquete SOCK_STREAM, desde que deve decorrer algum tempo para a conexão seja estabelecida.
10036 WSAEINPROGRESS Operação em andamento agora. Uma operação de bloqueio está sendo executada no momento. Soquetes do Windows só permite um bloqueio único operação — por tarefa ou segmento — seja pendente, e se qualquer outra função chamar é feita (ou não faz referência que ou qualquer outro Soquete) a função falha com o erro WSAEINPROGRESS.
10037 WSAEALREADY Operação já em andamento. Uma operação foi tentada em um de não bloqueio Soquete com uma operação já em andamento — that is, chamado conectar um segundo tempo em um de não bloqueio Soquete que já está conectando-se ou cancelar um assíncrono solicitação (WSAAsyncGetXbyY) que já foi cancelada ou concluída.
10038 WSAENOTSOCK Operação Soquete em nonsocket. Foi tentada uma operação em algum item que não é um Soquete. Ambos o parâmetro identificador Soquete não referência um válido Soquete, ou para o Selecione função, um membro de um fd_set estrutura não era válido.
10039 WSAEDESTADDRREQ Exigido endereço de destino. Um endereço necessário foi omitido de uma operação em um soquete. De exemplo, este erro é retornado se SendTo é chamado com o remoto endereço de ADDR_ANY.
10040 WSAEMSGSIZE Mensagem longa demais. Uma mensagem enviada em um soquete de datagrama foi maior do que a reserva mensagem interna ou algum outro limite rede ou a reserva usado para receber uma datagrama era menor do que o próprio datagrama.
10041 WSAEPROTOTYPE Tipo incorreto de protocolo para Soquete. Um protocolo foi especificado na chamar a função Soquete que não suporte a semântica do tipo de Soquete solicitada. De exemplo, o protocolo ARPA Internet UDP não pode ser especificado com um tipo Soquete de SOCK_STREAM.
10042 WSAENOPROTOOPT Opção de protocolo incorreta. Um inválido desconhecido, ou sem suporte opção ou nível foi especificado em um getsockopt (Soquetes do Windows) Ou setsockopt (Soquetes do Windows) chamar.
10043 WSAEPROTONOSUPPORT Protocolo não com suporte. O protocolo solicitado não foi configurado no sistema ou não existe uma implementação para ele.De exemplo, um chamar Soquete solicita um Soquete SOCK_DGRAM, mas especifica um protocolo transmitir.
10044 WSAESOCKTNOSUPPORT Tipo de soquete sem suporte. O suporte para o tipo de soquete especificado não existe nesta família de endereços. De exemplo, o opcional tipo SOCK_RAW pode ser selecionado em um chamar Soquete e a implementação não suporte soquetes SOCK_RAW em Todas. Além disso, este código de erro talvez retornado para SOCK_RAW se o aplicativo chamador não é privilegiado.
10045 WSAEOPNOTSUPP Operação não com suporte. Não há suporte para a operação tentada para o tipo de objeto a que é feita referência. Geralmente isso ocorre quando um descritor Soquete para um Soquete que não suporte Esta operação está tentando aceitar uma conexão em um soquete de datagrama.
10046 WSAEPFNOSUPPORT Família de protocolos sem suporte. A família de protocolos não foi configurada no sistema ou não existe uma implementação para ela. Esta mensagem tem um significado ligeiramente diferente de WSAEAFNOSUPPORT. No entanto, ele é intercambiável na maioria dos casos, e todas as funções Soquetes do Windows que retornam uma dessas mensagens também especificar WSAEAFNOSUPPORT.
10047 WSAEAFNOSUPPORT Família de endereços sem suporte na família de protocolos. Um endereço incompatível com o protocolo solicitado foi usado.Todos os soquetes são criados com um associado família de endereços (that is, AF_INET de Internet protocolos) e um genérico tipo protocolo (that is, SOCK_STREAM). Esse erro será retornado se um protocolo incorreto é explicitamente solicitada na chamar Soquete, ou se um endereço de família errada é usado para um Soquete, de exemplo, em SendTo.
10048 WSAEADDRINUSE Endereço já em uso. Normalmente, apenas uma utilização de cada endereço Soquete (protocolo/endereço IP/porta) é permitido.Esse erro ocorre se um aplicativo tenta uma Soquete para um endereço IP BIND/porta que já foi usada para um Soquete existente, ou um Soquete que não estava fechado corretamente, ou um que esteja ainda no processo de fechamento. Para aplicativos servidor que precisem BIND múltiplo soquetes para o mesmo número porta, considere o uso setsockopt (Soquetes do Windows)(SO_REUSEADDR). Aplicativos cliente geralmente precisam não BIND chamar todo — conectar escolhe um não usado porta automaticamente. Quando BIND for chamado com um endereço curinga (envolvendo ADDR_ANY), um erro WSAEADDRINUSE pode ser atrasado até que o endereço específico seja confirmado. Isso pode acontecer com um chamar para outra função posteriormente, inclusive conectar, escutar, WSAConnect, ou WSAJoinLeaf.
10049 WSAEADDRNOTAVAIL Não é possível atribuir solicitada endereço. O endereço solicitado não é válido no contexto. Isso normalmente resulta de uma tentativa para BIND para um endereço que não é válido para o local máquina. Isso também pode resultar de conectar (Soquetes do Windows)SendToWSAConnectWSAJoinLeaf, ou WSASendTo Quando o remoto endereço ou porta não é válido para um máquina remota (por exemplo, endereço ou porta 0).
10050 WSAENETDOWN Rede está inoperante. Uma operação de soquete encontrou uma rede que não funciona. Isso pode indicar uma falha grave de sistema de rede (that is, o protocolo pilha em que o Windows Sockets DLL é executado sobre), interface de rede ou o local rede próprio.
10051 WSAENETUNREACH Rede está inacessível. Uma operação de soquete foi tentada em uma rede inacessível. Isso geralmente significa a local software não conhece nenhuma rota para alcançar o remoto hospedar.
10052 WSAENETRESET Rede descartada conexão em redefinir. A conexão foi interrompida porque a atividade de manutenção de funcionamento detectou uma falha enquanto a operação estava em andamento. Ele também pode ser retornado pelo setsockopt (Soquetes do Windows) Se for feita uma tentativa definir SO_KEEPALIVE em uma conexão que já tem falha.
10053 WSAECONNABORTED O software causou a anulação da conexão. Uma conexão estabelecida foi anulada pelo software no computador host, possivelmente devido a um erro de tempo limite de transmissão de dados ou de protocolo.
10054 WSAECONNRESET Redefinir pelo ponto de conexão. Uma conexão existente forçosamente foi fechada pelo remoto hospedar. Isso resulta normalmente se o aplicativo ponto no remoto hospedar repentinamente for interrompido, a hospedar for reinicializado, ou o remoto hospedar usa um disco rígido fechar (consulte setsockopt (Soquetes do Windows) Para obter mais informações sobre a opção SO_LINGER no remoto Soquete.) Este erro também pode resultar se uma conexão foi interrompida detectar uma falha enquanto um ou mais operações são atividade keep-alive devido a em andamento. As operações que foram em andamento falha com WSAENETRESET. Operações subseqüentes falhar com WSAECONNRESET.
10055 WSAENOBUFS Não disponível espaço do buffer. Uma operação em um soquete não pôde ser executada porque o sistema não tinha espaço suficiente no buffer ou porque uma fila estava cheia.
10056 WSAEISCONN Soquete já conectado. Uma solicitação de conexão foi feita em um Soquete already-connected. Algumas implementações também retornar esse erro se SendTo é chamado em uma conectada Soquete SOCK_DGRAM (para Soquetes SOCK_STREAM, ao parâmetro na SendTo é ignorado) embora outra implementações tratar isso como uma ocorrência legal.
10056 WSAEISCONN Soquete já conectado. Uma solicitação de conexão foi feita em um Soquete already-connected. Algumas implementações também retornar esse erro se SendTo é chamado em uma conectada Soquete SOCK_DGRAM (para Soquetes SOCK_STREAM, ao parâmetro na SendTo é ignorado) embora outra implementações tratar isso como uma ocorrência legal.
10057 WSAENOTCONN Soquete não conectado. Uma solicitação enviar ou receber dados não foi permitida porque o Soquete não está conectado e (quando o envio em um soquete de datagrama usando SendTo) nenhum endereço foi fornecido. Qualquer outro tipo de operação também pode retornar esse erro — de exemplo, setsockopt (Soquetes do Windows) configuração SO_KEEPALIVE se a conexão tiver sido redefinir.
10058 WSAESHUTDOWN Não é possível enviar Após desligamento Soquete. Uma solicitação de envio ou recebimento de dados não foi permitida porque o soquete já tinha sido desligado naquela direção com uma chamada de desligamento anterior. Por desligamento chamado que um fechar parcial de uma Soquete é solicitada, que é um sinal que envio ou recebimento ou ambos têm foi descontinuados.
10060 WSAETIMEDOUT Conexão tempo limite atingido fora. Falha na tentativa de conexão porque a parte conectada não respondeu corretamente dentro do período de tempo determinado ou porque o host conectado não respondeu.
10060 WSAETIMEDOUT Conexão tempo limite atingido fora. Falha na tentativa de conexão porque a parte conectada não respondeu corretamente dentro do período de tempo determinado ou porque o host conectado não respondeu.
10061 WSAECONNREFUSED Conexão recusada. Nenhuma conexão pôde ser feita porque a máquina de destino as recusou ativamente. Isso geralmente os resultados de tentar conectar a um serviço that is inativo na hospedar externa — ou seja, uma com nenhum aplicativo servidor execução.
10064 WSAEHOSTDOWN O host está fora do ar. Uma falha operação Soquete porque a hospedar destino é pressionada. Uma operação Soquete encontrou um hospedar inativo. Atividade de rede sobre o local hospedar não foi iniciada. Essas condições provavelmente ser indicada pelo erro WSAETIMEDOUT.
10065 WSAEHOSTUNREACH Nenhuma rota para hospedar. Uma operação de soquete foi tentada em um host inacessível. Consulte WSAENETUNREACH.
10067 WSAEPROCLIM Muitos processos. Uma implementação Soquetes do Windows pode ter um limite sobre o número de aplicativos que poderá usá-lo simultaneamente. WSAStartup pode falhar com este erro se o limite foi atingido.
10091 WSASYSNOTREADY Subsistema de rede é não disponível. Esse erro é retornado por WSAStartup Se a implementação Soquetes do Windows não é possível função no porque o subjacente sistema ele usa para fornecer serviços rede está não disponível. Os usuários devem verificar: Que o apropriado arquivo Windows Sockets DLL consta o atual caminho. Que eles não estão tentando usar Soquetes do Windows more than uma implementação simultaneamente. Se houver um more than Winsock DLL no seu sistema, certifique que primeiro no caminho é apropriado para o subsistema rede atualmente carregado. A documentação implementação Soquetes do Windows-se de que seja necessários todos os componentes atualmente são instalados e configurados corretamente.
10092 WSAVERNOTSUPPORTED Versão arquivo Winsock.dll out of intervalo. A atual implementação Soquetes do Windows não suporte a versão de especificação Soquetes do Windows solicitada pelo aplicativo. Verifique se há arquivos antigos Windows Sockets DLL estão sendo acessados.
10093 WSANOTINITIALISED Bem-sucedida WSAStartup Ainda não foi executada. Ambos o aplicativo não foi chamado WSAStartup Ou WSAStartup falha. O aplicativo pode estar acessando um Soquete que a atual ativo tarefa não possui (isto é, tentar compartilhar um Soquete entre as tarefas), ou WSACleanup foi chamado muito várias vezes.
10101 WSAEDISCON Desligamento normal em andamento. Retornado por WSARecv e WSARecvFrom Para indicar que a parte remota iniciou uma seqüência desligamento normal.
10109 WSATYPE_NOT_FOUND Classe tipo não encontrado. A classe especificada não foi encontrada.
11001 WSAHOST_NOT_FOUND Host não encontrado. Nenhum tal hospedar é conhecido. O nome não é um oficial nome do host ou alias ou ele não pode ser encontrado de database(s) que está sendo consultado. Este erro também pode ser retornado por consultas de protocolo e serviço e significa que o nome especificado não pôde ser encontrado no banco de dados relevantes.
11002 WSATRY_AGAIN Hospedar não autoritativa não encontrado. Isso é geralmente um erro temporário durante hospedar resolução de nomes e significa que o local servidor não recebeu uma resposta de um servidor com autoridade. Uma nova tentativa em algum tempo posterior pode ser bem-sucedido.
11003 WSANO_RECOVERY Este é um erro não recuperável. Isso indica que algum classificar de erro não recuperável ocorreu durante uma pesquisa banco de dados. Isso pode ocorrer porque os arquivos banco de dados (de exemplo, BSD-compatível arquivos Hosts, serviços ou Protocols) não pôde ser encontrado, ou uma solicitação sistema de nome de domínio (DNS) foi retornada pelo servidor com um erro grave.
11004 WSANO_DATA Nome válido, nenhuma registro de dados do tipo solicitado. O nome solicitado é válido e foi encontrado no banco de dados, mas os dados corretos associados não estão resolvidos.
Dependente OS WSA_INVALID_HANDLE Especificado evento objeto identificador é inválido. Um aplicativo tenta usar um objeto evento, mas o identificador especificado não é válido.
Dependente OS WSA_INVALID_PARAMETER Um ou mais parâmetros inválidos. Um aplicativo utilizado uma função Soquetes do Windows, que mapeia diretamente para uma função Win32. A função Win32 está indicando um problema com um ou mais parâmetros.
Dependente OS WSA_IO_INCOMPLETE Objeto sobreposto evento E/S e não no sinalizado estado. O aplicativo tentou determinar o status de uma operação sobreposta, que não ainda completada. Os aplicativos que usam WSAGetOverlappedResult (com o fWait parâmetro definido como FALSE) em um modo de pesquisa para determinar quando uma operação sobreposta tiver sido concluída, get este código de erro até que a operação esteja completo.
Dependente OS WSA_IO_PENDING Sobrepostas será operações completo mais tarde. O aplicativo iniciou uma operação sobreposta que não pode ser concluída imediatamente. Uma indicação de conclusão será fornecida posteriormente quando a operação for concluída.
Dependente OS WSA_NOT_ENOUGH_MEMORY Memória insuficiente disponível. Um aplicativo utilizado uma função Soquetes do Windows que mapeia diretamente para uma função Win32. A função Win32 está indicando uma falta de exigido recursos memória.
Dependente OS WSA_OPERATION_ABORTED Operação sobreposta anulado. Uma operação sobreposta foi cancelada devido a o encerramento do Soquete, ou a execução do SIO_FLUSH comando no WSAIoctl.
Dependente OS WSAINVALIDPROCTABLE Tabela procedimento inválida do provedor serviço. Um provedor serviço retornada uma tabela procedimento FALSO para Ws32.dll. (Normalmente causado por se um ou mais dos ponteiros de função são NULL.)
Dependente OS WSAINVALIDPROVIDER Número versão provedor serviço inválido. Um provedor serviço retornou um número versão Other Than 2.0.
Dependente OS WSAPROVIDERFAILEDINIT Não é possível inicializar provedor um serviço. DLL não pôde ser carregado (ambos os de uma provedor de serviçosLoadLibraryfalha) ou do o provedor WSPStartupNSPStartup função falha.

NOVAS ESTRATÉGIAS E DIREÇÕES 

De forma distinta ao ambiente dos anos 80/90, os novos desenvolvimentos das empresas de sistemas de supervisão estão não só ligados à disponibilização de novas tecnologias e requisitos dos usuários, mas também às estratégias de suas empresas controladoras.

Além disso, mais uma vez as conseqüências dos investimentos realizados em Tecnologia da Informação durante o “bug do milênio” também estão direcionando os atuais investimentos. Isso por que as grandes empresas investiram maciçamente na implementação de ERPs com o objetivo de solucionar todas as questões “transacionais” da corporação e tais investimentos absorveram boa parte de sua capacidade em adotar outras tecnologias de gestão. Com a consolidação dos ERPs em suas operações e a constatação de que os mesmos não resolvem vários problemas de gestão, e em particular os relacionados à Gestão de Manufatura, volta-se a ter interesse em ferramentas específicas para esse tipo de processo.

Algumas vertentes de desenvolvimentos são listadas abaixo:

a) Gerenciamento de Informações O foco do mercado de Gerenciamento de Informações é transformar a massa de dados existente no chão-de-fábrica em informações valiosas para a tomada de decisão, desde Gerentes e Diretores de operações (MES) até Supervisores e Engenheiros de Processo (PIMS) – embora esta seja uma fronteira tênue. (mais…)

Os Sistemas Supervisórios atualmente utilizados pouco se parecem com as primeiras versões desse tipo de sistema, que foram lançadas a pouco mais de 20 anos. A bem da verdade, quando os mesmos foram lançados, não se podia imaginar que os Supervisórios fossem abraçar tantas funcionalidades e responsabilidades dentro de um projeto de automação, e nem que se tornassem uma base de dados fundamental para importantes tomadas de decisão (e não somente de operação da planta). A perspectiva histórica da evolução dos sistemas supervisórios é conseqüência das mudanças ocorridas em:

a) Evolução tecnológica e poder computacional, que trouxe grande capacidade de processamento (aliada a baixo custo) aos computadores e sistemas atualmente utilizados;

b) Evolução dos processos e práticas de gestão, que demandam constantemente informações da planta em tempos curtos (Six-Sigma, TQM, BSC, outros);

c) Acirramento da concorrência entre empresas (clientes finais), o que traz a necessidade da busca incessante por aumento de eficiência (onde a automação guarda um lugar de destaque);

d) Consolidação da indústria de softwares supervisórios, através da aquisição das empresas desenvolvedoras de mais destaque por grandes grupos fornecedores de instrumentos e CLPs (Controladores Lógico Programáveis). A análise histórica também representa um importante exercício para se avaliar as próximas tendências para os sistemas supervisórios.

EVOLUÇÃO HISTÓRICA 

O uso de sistemas supervisórios teve início no começo dos anos 80. Nesta época, o PC ainda era provido de pouco poder computacional, e outras plataformas de hardware ocupavam o espaço em projetos de automação. Controladores dedicados e mini-computadores eram comumente encontrados, mas apenas em projetos mais sofisticados – principalmente em sistemas de Energia e Petróleo – já que o custo destas plataformas inviabilizava sua adoção em larga escala ou em projetos de menor porte. (mais…)

Os sistemas supervisórios permitem que sejam monitoradas e rastreadas informações de um processo produtivo ou instalação física. Tais informações são coletadas através de equipamentos de aquisição de dados e, em seguida, manipulados, analisados, armazenados e, posteriormente, apresentados ao usuário. Estes sistemas também são chamados de SCADA (Supervisory Control and Data Aquisition).

Os primeiros sistemas SCADA, basicamente telemétricos, permitiam informar periodicamente o estado corrente do processo industrial, monitorando sinais representativos de medidas e estados de dispositivos, através de um painel de lâmpadas e indicadores, sem que houvesse qualquer interface aplicacional com o operador.

Atualmente, os sistemas de automação industrial utilizam tecnologias de computação e comunicação para automatizar a monitoração e controle dos processos industriais, efetuando coleta de dados em ambientes complexos, eventualmente dispersos geograficamente, e a respectiva apresentação de modo amigável para o operador, com recursos gráficos elaborados (interfaces homem-máquina) e conteúdo multimídia.

Para permitir isso, os sistemas SCADA identificam os tags, que são todas as variáveis numéricas ou alfanuméricas envolvidas na aplicação, podendo executar funções computacionais (operações matemáticas, lógicas, com vetores ou strings, etc) ou representar pontos de entrada/saída de dados do processo que está sendo controlado. Neste caso, correspondem às variáveis do processo
real (ex: temperatura, nível, vazão etc), se comportando como a ligação entre o controlador e o sistema. É com base nos valores das tags que os dados coletados são apresentados ao usuário. (mais…)