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Em estudo, adultos que jogaram game por determinado período apresentaram aumento no tamanho de área do cérebro responsável pela memória e linguagem. size_590_Mario Uma pesquisa científica trouxe boas notícias para os fãs do videogame: a brincadeira é capaz de contribuir para o aumento no volume de massa cinzenta no cérebro. Esta região é a responsável por importantes funções do corpo humano, como o controle muscular, a memória, linguagem e percepção sensorial. O estudo, realizado na Alemanha por cientistas da Universidade Humboldt de Berlim e o Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano, recrutou adultos para que jogassem o clássico game Super Mario 64. Os participantes deveriam jogar por 30 minutos diários, durante dois meses. Este grupo teve seus resultados comparados com um grupo de controle e as constatações foram animadoras. Após dois meses de experimento, os adultos participantes exibiram aumentos significativos no volume de massa cinzenta. Mas esta não foi a única descoberta da equipe. Também foram encontradas evidências que sugerem que o desejo de jogar videogame impacta positivamente no tamanho da massa cinzenta de uma pessoa. Ou seja, aqueles que jogaram, e gostaram da experiência, tiveram um aumento ainda maior nesta substância em relação a outros participantes. Segundo os cientistas, isto significa que games podem servir para propósitos ainda mais nobres que a mera diversão. Eles acreditam que este tipo de treinamento poderia ser usado no combate a fatores de risco para transtorno de estresse pós- traumático, doenças mentais e neurodegenerativas. “Esta atividade pode ser um treinamento intenso para o desenvolvimento de várias habilidades.” (Via Exame.Com)

Microsoft e a Atari juntaram forças para criar uma “sala de jogos” chamada Atari Arcade. Trata-se d e uma iniciativa para mostrar o poder do HTML 5 na criação de jogos que podem rodar em navegadores modernos, como o novo Internet Explorer 10.

Atari Arcade oferece versões remodeladas de alguns clássicos da Atari, como Asteroids, Centipede, Combat, Lunar Lander, Missile Command, Pong, Super Breakout e Yar’s Revenge. Eles têm a mesma jogabilidade dos games originais, mas contam com suporte multiplayer e novos gráficos e sons. A Microsoft ainda diz que mais de 100 títulos da Atari serão lançadas no serviço. (mais…)

O clássico “Pitfall“, do Atari 2600, ganhará uma versão para smartphones em comemoração aos 30 anos de lançamento do título. O estúdio responsável pelo desenvolvimento desta versão é o Activision Leeds.

O cofundador do estúdio, Marty Brown, disse em entrevista ao site “MCV” que já trabalha no jogo desde o início de 2012 e que o título será “Pitfall” para uma audiência moderna.

O game original chegou às lojas em 1982, e coloca os jogadores na pele de um aventureiro que tem de atravessar uma floresta cheia de pântanos, buracos e animais perigosos. Para isso, o jogador deve saltar ou utilizar cipós para desviar das ameaças.

Este novo Pitfall ainda não tem uma data de lançamento definida. Nem mesmo informação para qual plataforma será lançado. No entanto, chutamos que chegue pelo menos para Android, iOS e Windows Phone.

A data de lançamento, plataformas e os preços da edição comemorativa de “Pitfall” não foram revelados.

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 -(o o)- RODRIGO SILVA

E navegando por ai, encontrei um vídeo com menos de 3 minutos que contém diversos sons, temas e jogos clássicos.

Alguns fizeram parte da vida / infância de muitos como eu.

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 -(o o)- RODRIGO SILVA

Ainda lembro da primeira vez que eu ouvi a palavra emulador. Perguntei o que era, e me responderam “um negócio que dá pra jogar jogos de videogame no computador”. Eu imediatamente imaginei um grande disco de plástico com umas dez entradas para os cartuchos dos diferentes videogames que existiam na época. Pouco tempo depois, descobri que não era bem assim, que era tudo por software. MUITO tempo depois (hoje) descubro que alguém inventou o que eu tinha imaginado.

Retrode  é uma versão menor daquilo que eu imaginei. Em vez de dezenas, ele só tem duas entradas de cartucho: uma de SNES e outra de Mega Drive. Com um cabo USB, você liga no computador. Com mais alguma gambiarra, você consegue até ligar controles originais do videogame em questão. Mas você ainda precisa de um computador e emuladores como o SNES9x ou o Kega Fusion para jogar. Isso sem falar dos cartuchos originais. O propósito da coisa toda, afinal, é evitar as legalmente condenáveis ROMs que você baixa por aí.

O negocinho custa 60 Euros, mais 15 Euros de envio, o que dá uns 180 reais. Por mais três Euros, o cara te manda até um cartucho aleatório de SNES ou Mega Drive pra você ter com o que brincar imediatamente, embora não faça muito sentido comprar o Retrode se você já não tem uma coleção de fitas velhas. E aí, alguém se interessa pelo meu sonho de criança?

[Retrode]