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A Elipse Software acaba de obter o certificado de conformidade de sua solução IEC 61850, cujos procedimentos de testes foram realizados pela DNV-KEMA na Holanda durante o mês de março de 2013.

Trata-se de um importante e fundamental passo para a consolidação do portfolio da Elipse como fornecedora de soluções de software para subestações de energia e centros de operação, incluindo produtos como interfaces locais de operação, gateways (conversores) de protocolos e sistemas de operação 24×7 de centros para empresas de geração, transmissão e distribuição de energia.

Os testes foram realizados no período de uma semana na cidade de Arnhem, e são compostos de uma análise de documentos exigidos pela norma, além dos testes de comunicação propriamente ditos, divididos em blocos de conformidade. Cada bloco é composto de testes obrigatórios e opcionais.

O Elipse Power e seu driver de comunicação IEC 61850 foram aprovados em todos os testes a que foram submetidos. Segundo Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse e responsável pela aplicação dos testes, todo o procedimento foi um sucesso:

“Os engenheiros da KEMA nos parabenizaram de duas formas. Primeiro, no tempo recorde durante os quais os testes foram feitos, pois levamos apenas quatro dias para percorrer todos os testes, recorrendo ao último dia para refazer alguns escolhidos. E em segundo lugar, por sermos uma das poucas empresas que não utilizou componentes de software de terceiros (conhecidos como protocol-stack), sendo toda a solução de total propriedade e conhecimento da Elipse Software”.

Por ser a DNV-KEMA um laboratório independente, o certificado é dito nível “A”. Empresas que utilizam seus proprios laboratórios (portanto não independentes) só podem emitir certificados nível “B”, desde que aprovados previamente pelo UCAIug.

O certificado e a versão oficial do driver IEC 61850 já estão disponíveis para download pelo site http://www.elipse.com.br. (mais…)

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A Elipse Software já tinha a bastante tempo e enfim a InduSoft incorporou um novo sistema de fórum em seu website para permitir que os usuários solicitem informações de suporte, compartilhem dicas e truques, discutam temas sobre Tecnologia SCADA, e muito mais.

Os fóruns atualmente estão em Inglês, mas os usuários podem enviar perguntas em Português, Alemão, e Espanhol, pois elas serão respondidas por um nativo na linguagem escolhida.

Para se tornar um membro do fórum da InduSoft, faça o login em sua conta e acesse as informações via fórum.

Uma vez dentro do fórum você será capaz de ver várias seções dependendo do tipo de sua conta.

A InduSoft recomenda o preenchimento de seu perfil para garantir que você tenha pleno acesso aos fóruns.

Clique aqui para visitar o fórum

Via Indusoft

opc rodrigoesilva

Ao longo dos anos, os desenvolvedores de softwares de automação desenvolveram drivers de comunicação dedicados para cada dispositivo de campo e seus diferentes protocolos de comunicação. O desenvolvimento da tecnologia OPC padronizou a interface de comunicação e permitiu que mais de um aplicativo de software com interface Cliente OPC pudesse buscar dados de um mesmo Servidor OPC. Abriu-se a oportunidade para se ter o conceito de um Servidor de Comunicação OPC, reduzindo drasticamente o número de interfaces entre os diversos sistemas de automação com os inúmeros dispositivos de campo.

O uso de um Servidor de Comunicação OPC centralizado reduz o número de interfaces e algumas de suas vantagens são: (mais…)

Claro, o Engenheiro se orgulha de sua IHM, com destaque para o realismo no monitor, a coordenação de cores nos dados e a maestria na navegação… E depois há o Gerente da Fábrica, deslumbrando KPIs em seu
dashboarde verificando como sua planta está efetivamente funcionando com a implantação da nova solução de MES. Os sistemas supervisórios, historiadores e analisadores de dados recebem todo o crédito quandose
evita uma crise no controle da planta. Alguém já pensou em agradecer ao humilde driver de comunicação? Sem dados, a IHM é apenas uma imagem bonita e as melhores análises do mundo são apenas ideias sem qualquer base na realidade. E você gasta dezenas ou centenas de milhares de reais nestes sistemas, enquanto o orçamento para o driverde comunicação nem sequer entra nas folhas de especificação dos sistemas… (mais…)

A InduSoft mais uma vez lança uma nova versão do supervisório IHM/SCADA  Indusoft Web Studio.

Dessa vez o 7.1 , conta com ferramentas para o desenvolvimento de aplicações SCADA, IHM, ou embedded e com suporte a Android para visualização das aplicações. (mais…)

Estamos no auge da onda da virtualização, planejando consolidação de servidores, redução de custos com infra, consumo de energia, hardwares de servidores, estações de TI e muito mais. O que podemos dizer sobre a virtualização de plataformas de automação industrial?

Já imaginou a quantidade de computadores industriais que podem ser substituidos por ThinClients, incluindo IHMs industriais, estações de supervisão, paineis de operação entre outros? Sem contar que há possibilidade de tornar mais segura essas aplicações em servidores redundantes em locais mais seguros. (mais…)

elipse supervisorio

Preocupada com o constante aprimoramento de seus produtos, a Elipse Software acaba de lançar a versão 4.0 do E3. Entre as principais novidades apresentadas pela nova versão do software, destaque para o seu novo “engine” gráfico que usa a GDI+ para melhor desenhar suas telas. Abaixo seguem duas imagens ilustrando a nova qualidade de desenho.

A imagem acima mostra, à esquerda, uma tela em modo de qualidade normal e, à direita, em modo de qualidade alta

Ainda na parte ligada à visualização das telas, a novidade disponibiliza suporte a gestos multitoque. Já no campo da segurança, a base de usuários do E3 4.0 agora permite realizar a integração com os usuários do Windows. (mais…)

NOVAS ESTRATÉGIAS E DIREÇÕES 

De forma distinta ao ambiente dos anos 80/90, os novos desenvolvimentos das empresas de sistemas de supervisão estão não só ligados à disponibilização de novas tecnologias e requisitos dos usuários, mas também às estratégias de suas empresas controladoras.

Além disso, mais uma vez as conseqüências dos investimentos realizados em Tecnologia da Informação durante o “bug do milênio” também estão direcionando os atuais investimentos. Isso por que as grandes empresas investiram maciçamente na implementação de ERPs com o objetivo de solucionar todas as questões “transacionais” da corporação e tais investimentos absorveram boa parte de sua capacidade em adotar outras tecnologias de gestão. Com a consolidação dos ERPs em suas operações e a constatação de que os mesmos não resolvem vários problemas de gestão, e em particular os relacionados à Gestão de Manufatura, volta-se a ter interesse em ferramentas específicas para esse tipo de processo.

Algumas vertentes de desenvolvimentos são listadas abaixo:

a) Gerenciamento de Informações O foco do mercado de Gerenciamento de Informações é transformar a massa de dados existente no chão-de-fábrica em informações valiosas para a tomada de decisão, desde Gerentes e Diretores de operações (MES) até Supervisores e Engenheiros de Processo (PIMS) – embora esta seja uma fronteira tênue. (mais…)

Os Sistemas Supervisórios atualmente utilizados pouco se parecem com as primeiras versões desse tipo de sistema, que foram lançadas a pouco mais de 20 anos. A bem da verdade, quando os mesmos foram lançados, não se podia imaginar que os Supervisórios fossem abraçar tantas funcionalidades e responsabilidades dentro de um projeto de automação, e nem que se tornassem uma base de dados fundamental para importantes tomadas de decisão (e não somente de operação da planta). A perspectiva histórica da evolução dos sistemas supervisórios é conseqüência das mudanças ocorridas em:

a) Evolução tecnológica e poder computacional, que trouxe grande capacidade de processamento (aliada a baixo custo) aos computadores e sistemas atualmente utilizados;

b) Evolução dos processos e práticas de gestão, que demandam constantemente informações da planta em tempos curtos (Six-Sigma, TQM, BSC, outros);

c) Acirramento da concorrência entre empresas (clientes finais), o que traz a necessidade da busca incessante por aumento de eficiência (onde a automação guarda um lugar de destaque);

d) Consolidação da indústria de softwares supervisórios, através da aquisição das empresas desenvolvedoras de mais destaque por grandes grupos fornecedores de instrumentos e CLPs (Controladores Lógico Programáveis). A análise histórica também representa um importante exercício para se avaliar as próximas tendências para os sistemas supervisórios.

EVOLUÇÃO HISTÓRICA 

O uso de sistemas supervisórios teve início no começo dos anos 80. Nesta época, o PC ainda era provido de pouco poder computacional, e outras plataformas de hardware ocupavam o espaço em projetos de automação. Controladores dedicados e mini-computadores eram comumente encontrados, mas apenas em projetos mais sofisticados – principalmente em sistemas de Energia e Petróleo – já que o custo destas plataformas inviabilizava sua adoção em larga escala ou em projetos de menor porte. (mais…)

Os sistemas supervisórios permitem que sejam monitoradas e rastreadas informações de um processo produtivo ou instalação física. Tais informações são coletadas através de equipamentos de aquisição de dados e, em seguida, manipulados, analisados, armazenados e, posteriormente, apresentados ao usuário. Estes sistemas também são chamados de SCADA (Supervisory Control and Data Aquisition).

Os primeiros sistemas SCADA, basicamente telemétricos, permitiam informar periodicamente o estado corrente do processo industrial, monitorando sinais representativos de medidas e estados de dispositivos, através de um painel de lâmpadas e indicadores, sem que houvesse qualquer interface aplicacional com o operador.

Atualmente, os sistemas de automação industrial utilizam tecnologias de computação e comunicação para automatizar a monitoração e controle dos processos industriais, efetuando coleta de dados em ambientes complexos, eventualmente dispersos geograficamente, e a respectiva apresentação de modo amigável para o operador, com recursos gráficos elaborados (interfaces homem-máquina) e conteúdo multimídia.

Para permitir isso, os sistemas SCADA identificam os tags, que são todas as variáveis numéricas ou alfanuméricas envolvidas na aplicação, podendo executar funções computacionais (operações matemáticas, lógicas, com vetores ou strings, etc) ou representar pontos de entrada/saída de dados do processo que está sendo controlado. Neste caso, correspondem às variáveis do processo
real (ex: temperatura, nível, vazão etc), se comportando como a ligação entre o controlador e o sistema. É com base nos valores das tags que os dados coletados são apresentados ao usuário. (mais…)