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cabo submarino

A internet chega até nós via milhares de quilômetros de cabeamento físico, e boa parte dele tem que se estender sob o mar, a fim de tornar a rede verdadeiramente internacional. É isso que há dentro deles.

Quando os cabos submarinos não estão sendo espionados pelos EUA ou cortados por criminosos, eles têm que lidar com algumas condições bem adversas. A água salgada de alta pressão não faz bem a nenhum link de comunicação – e nem deslocamentos geológicos e outras atividades abaixo do mar.

Por isso, a fibra óptica que permite assistir a vídeos de gato armazenados no outro lado do mundo é fortemente reforçada, para garantir que falhas de internet sejam uma exceção, e não a regra.

A fibra óptica é envolta em vaselina, e fica dentro de finos tubos de cobre ou alumínio. Eles são cobertos por policarbonato, e então por uma barreira de alumínio, que impede a entrada de água. Ao redor dela, ficam os grossos cabos de aço que você vê na imagem acima; por sua vez, eles são envoltos por um filme poliéster boPET. Tudo é então coberto por uma camada externa de polietileno. (mais…)

Existe algo que angustia os cientistas e engenheiros da NASA mais do que lançamentos e pousos, mesmo aquela doideira do pouso da Curiosity, que fez a Manobra Adama parecer algo corriqueiro. Na verdade angustia até a mim, com a mesma sensação de estar em uma biblioteca enorme e saber que nunca terei tempo para ler tudo aquilo.

Ao menos vejo assim a situação da Curiosity, e na verdade das outras sondas em Marte também, por disporem de capacidade de gerar toneladas de dados, mas estarem limitadas por capacidade de armazenamento e principalmente com a banda de transmissão com a Terra.

Sim, ao contrário do que acham os histéricos do Twitter, a NASA captura sim imagens grandes. A original do para-quedas da Curiosity, por exemplo, tem 555MB, e levou um bom tempo pra ser transmitida de Marte.

As sondas e satélites de observação hoje em dia mandam thumbnails, e aguardam comandos para que os cientistas escolham quais imagens querem em alta resolução. Só assim conseguem manter os canais menos que 100% congestionados. (mais…)


O computador mais antigo do mundo em operação até hoje, o FACOM 128B(1958) instalado no Ikeda Memorial Hall da fábrica de Numazu da Fujitsu, tão rápido quanto uma calculadora de mesa, ajudou no desenvolvimento do único avião japonês comercial fabricado após a II Guerra Mundial, o Turbo-Hélice NAMC YS-11 construído pela Nihon Aircraft Manufacturing Company.

Hoje é detentor do título de mais antigo computador em funcionamento do mundo. Bem verdade, ele já passou por algumas atualizações, mas o núcleo do sistema ainda é o mesmo. Longe de ser o mais compacto, o FACOM ocupa 700 metros de espaço e tem poder de cálculo semelhante a uma calculadora atual. A meta da empresa é mantê-lo funcionando até 2016, quando completa 60 anos de operação.
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