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opc rodrigoesilva

Ao longo dos anos, os desenvolvedores de softwares de automação desenvolveram drivers de comunicação dedicados para cada dispositivo de campo e seus diferentes protocolos de comunicação. O desenvolvimento da tecnologia OPC padronizou a interface de comunicação e permitiu que mais de um aplicativo de software com interface Cliente OPC pudesse buscar dados de um mesmo Servidor OPC. Abriu-se a oportunidade para se ter o conceito de um Servidor de Comunicação OPC, reduzindo drasticamente o número de interfaces entre os diversos sistemas de automação com os inúmeros dispositivos de campo.

O uso de um Servidor de Comunicação OPC centralizado reduz o número de interfaces e algumas de suas vantagens são: (mais…)


Se você é um usuário de sistemas Rockwell, assim como os amigos da Taquions Automação ,  um endereço que não pode faltar no seu favoritos é a página de updates de firmwares. Segue abaixo o endereço para facilitar o acesso.

http://support.rockwellautomation.com/ControlFlash/

clp
Na série que trata de ferramentas para PLCs, é a vez dos PLCs da Mitsubishi, que são comercializados em São Paulo pela CIM Automação. Como já discutido anteriormente, não tenho cracks ou licenças, apenas as mídias para instalação.
No caso do Melsec, que programa os PLCs da Mitsubishi, o programa está na versão 8 e existem algumas extensões disponíveis e a que está no link é o upgrade para 8.45. O upgrade deve ser instalado depois de instalado o ambiente Melsec e de instalado o software na versão 8.

Ok, eu nunca havia visto um PLC da Mitsubishi até trabalhar com eles. Mas sendo assim, o melhor a fazer é saber onde procurar. E se precisar, é só fazer bom proveito dos links abaixo!

http://www.4shared.com/file/wxEB4-iK/GX_Developer_Update_to_v8_45.html
http://www.4shared.com/file/k9jr9ywf/GX_Developer_8.html

Característica-padrão de todos os supervisórios: tentam sempre ser simples, completos e fáceis de usar.

Nunca dão pau, nem é necessária muita experiência para programar. E um é melhor que o outro, sempre.

Bem, sendo assim, como escolher um software de automação bom e confiável? Dependendo do seu critério, a resposta tende a um ou outro software. Simples assim.

Mas então como selecionar um software para atender às suas necessidades? Segue abaixo um guia de seleção de softwares supervisórios.

1 – Conectividade: seu supervisório terá de se comunicar com diferentes tipos de protocolos?

Se a resposta for sim, verifique se o fabricante dos equipamentos mais comuns tem os drivers para os outros protocolos. Por exemplo, você tem que ligar 3 PLCs Allen Bradley a 2 medidores de energia que falam em Modbus via supervisório. Não adianta tentar o RSView ou FactoryTalk, pois ele não vai falar com os medidores. Ah, mas o cliente quer esse…. não tem problema (para tudo existe solução), mas se puder escolher, selecione pela conectividade sempre que possível.

2 – Programação ou configuração: você é um ás em VBA ou VBScript ou prefere configurar propriedades?

Se a resposta for “gosto de programar” ou ainda “tenho tempo suficiente para programar esse projeto”, selecione uma ferramenta que ofereça facilidades de programação. Estão entre essas o Elipse E3, o iFIX, o novíssimo Pulse da Afcon, para citar alguns.
Se você prefere “clique-e-mostre”, parta para softwares que exijam menos programação. Entre eles o P-CIM, o Citect, o Cimplicity e o Indusoft.

3 – Flexibilidade x Objetos prontos

Outra característica necessária, mas que traz dúvidas: quão flexível a ferramenta deve ser ao desenhar telas ou históricos. Em alguns softwares se faz necessário um malabarismo para se criar algo novo, mas a biblioteca te deixa tranquilo quanto ao que está disponível. E existem bibliotecas e bibliotecas, digamos.
A biblioteca Symbol Factory faz parte de alguns pacotes de supervisório. Por exemplo, no Pulse e nos Elipse Scada e E3 ela está presente. Mas no Pulse, quando você puxa algo da biblioteca, já tem os links preparados para serem animados (por exemplo, um gauge vem com a propriedade Ângulo pronta para ser ligada ao tag). Já no E3, é necessário “mudar para símbolo, desagrupar, selecionar o ponteiro, agrupar, criar o link com o tag, agrupar tudo de novo” e pronto. Qual terá o resultado mais rápido durante o desenvolvimento?

4 – Select * from tabela where date < sysdate() – 7

Você conhece banco de dados e sabe como sintonizar as tabelas para melhor desempenho? Bem, se não é sua especialidade, pergunte: vou mesmo precisar aprender isso para que meu sistema continue executando depois de 3 meses?
Existem ferramentas que dependem de bancos de dados minimamente sintonizados para funcionar. O Elipse E3 é garantido que precise de MS SQL Server: o Access dá pau depois de algum tempo rodando, isso é fato. Caberá a você desenvolvedor cuidar de aprender SQL, chaves primárias e índices. Boa sorte com a leitura no Google ou no site da Elipse (eu mesmo escrevi alguns artigos sobre isso lá).
Já outros, como o Pulse, utilizam banco de dados, mas instalam automaticamente o software, configura o usuário necessário, cria e gerencia as tabelas que serão utilizadas pelos seus históricos. Muito mais fácil.
Outros ainda, atendem suficientemente bem sem necessitar de um banco de dados. Formatos proprietários funcionam bem quando existem configurações de segurança de arquivos, para evitar problemas de perda de arquivos, por exemplo. Entre esses softwares estão o P-CIM, versões mais antigas do Intouch, o iFIX, o RSView e por aí vai.
A pergunta final é: meu projeto precisa de um banco de dados? Ou um formato de arquivos seguro dá conta do recado?

5 – Recursos para agilizar o desenvolvimento

Existem recursos construídos para facilitar e agilizar o desenvolvimento de projetos. Mas não vamos ficar dependentes deles, certo?
Um recurso interessante que existe no P-CIM e no PULSE é o conceito de células. Vamos dizer que você tenha muitos motores na sua planta, com a velocidade sendo mostrada na tela. Ao posicionar o motor na tela e linkar um tag para mostrar velocidade, você pode criar uma “célula”. Toda vez que copiar essa célula, o software lembrará qual o link que foi feito e você poderá mudar o tag para o novo motor. Assim, você replica os tags e motores com o mínimo de esforço.
Repita a operação no E3 fazendo o seguinte: crie um XObject e sua lista de propriedades. Crie um XControl e link com o Xobject. No XControl, faça o link com a propriedade desejada. Salve e “Registre a bibioteca”. Depois crie instâncias do XObject no servidor e do XCOntrol na tela. Link os tags às propriedades do XObject e link os XObjects ao XControls na tela. Salve tudo e execute para ver o resultado. Ligue para o suporte. Pronto, funcionou.

Os Dynamos do iFIX funcionam de maneira bem parecida às células do Pulse e são recursos recentes do software.

6 – Documentação

Algumas pessoas se preocupam com a documentação do software estar em português. Isso faz diferença para quem está começando a usar a ferramenta, realmente. Mas de todos os grandes fornecedores de automação, qual deles traduz os manuais para nossa língua? E quantas vezes você precisou do inglês para sanar dúvidas. Então, para quem já está na chuva, um pingo a mais não machuca.
O importante, em todo caso, é que a documentação seja efetiva( coisa que não acontece com o TATSOFT): ela responde ao que eu preciso responder? Encontro fontes ou referências suficientes para utilizar a ferramenta? Se sim, não preciso de translation…

7 – Relacionamento com o fabricante

Sabe aquela do “não é uma Brastemp, mas…”. Um dos pontos a ser questionado é: todos são legais quando te vendem (quase todos, por sinal), mas na hora que a comunicação trava, você está em campo com o cliente fungando o cangote e você liga para o fabricante, qual a reação dele com você?
Não importa com os outros: se o cara é bacana com todo mundo, mas do seu nome ele não gosta, não se preocupe. Outros supervisórios podem te ajudar!

De qualquer forma, ainda vale a máxima: o cliente é quem tem razão e você só quer defender o seu. Se o cara quer “aquele”, corra atrás e fique amigo do suporte “daquela” empresa.

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 -(o o)- RODRIGO SILVA

Controlador Lógico Programável – O que você precisa saber ?

Controlador Lógico Programável (CLP ou em inglês, Programmable Logic Contoller – PLC), tem a sua história desde de 1960, e ainda existem muitas empresas do ramo da industria de automação que possuem pouca experiência com eles. Quando estes começam a aprender sobre esses produtos, ou fizeram a mudança para alguma áreas que envolva aplicações com CLPs, a transição pode ter sido as vezes bastante difícil. É difícil saber exatamente aonde começar, e se você necessita, a escolha de um CLP, se torna até mais complicado para saber qual modelo e qual fabricante escolher. Para realizar esta mudança, é necessário um mínimo conhecimento do que eles são, o que fazem e qual é a correta aplicação.

O que são CLPs e como eles trabalham ?

Os CLPs, são freqüentemente definidos como miniaturas de computadores industriais que contem um hardware e um software que são utilizados para realizar as funções de controles. Um CLP consiste em duas seções básicas: a unidade central de processamento (CPU – central processing unit) e a interface de entradas e saídas do sistema. (mais…)

Isto é o que promete o ScadaMobile, um aplicativo para iPhone ® e iPod Touch ®, desenvolvido pela Sweet William Automation ®, que possibilita o acesso e a monitoração de uma lista de variáveis e à memória dos Controladores Lógicos Programáveis. Projetado para facilidade de uso, o aplicativo auxilia aos engenheiros de campo e aos programadores de CLP a supervisionar em tempo real o estado de seus processos industriais a qualquer hora e em qualquer lugar.
Algumas características:
  • Monitorar (visualização e alteração) de variáveis do CLP por acesso local PrimaryScreen_iPhone3Gou wireless, suportando diversos tipos de dados (booleanos, signed e unsigned ints de 16 e 32 bits e ponto flutuante de 32 bits);
  • Upload e Download de programas de/para ScadaMobile via Navegador (Safari, Firefox e Internet Explorer);
  • Possibilidade de configurar vários níveis de acesso protegidos por senha para prevenir modificações acidentais das variáveis;
  • Suporte a a diversos protocolos de comunicação (Modbus/TCP, Ethernet/IP, etc) e fabricantes como Omron e AllenBradley.
ProSoft Technology ® inclusive anunciou que vai desenvolver uma série de rádios para utilização com o software.
É a automação industrial cada vez mais integrada com os gadgets do dia a dia, algo que há alguns anos era difícil de imaginar…