Arquivo da categoria ‘Fotografia’

android-gifNos idos de 1894, um inventor chamado Herman Casler abriu uma empresa que fazia mutoscópios, um aparelho que animava imagens estáticas usando uma manivela. Casler provavelmente nunca imaginou que uma versão do seu dispositivo seria usada para animar arquivos digitais: conheça o gifoscópio.

Este ano, o estúdio de design italiano Officina K reimaginou a invenção de Casler. Na sua essência, o Giphoscope é basicamente o mesmo dispositivo: um anel de alumínio que segura várias centenas de fotografias estáticas, que podem ser giradas com uma pequena manivela. Mas nele, as imagens são obtidas a partir de GIFs, ao invés de fotografias antigas. (mais…)

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Magnum Photos, organização de 66 anos responsável por fotografias e impressão em câmara escura em Nova York, cuidou de muito mais fotos famosas do que você jamais será capaz de olhar. O mestre da Magnum, Pablo Inirio, editava imagens muito antes do Photoshop existir. E agora podemos ver como era o seu processo.

Estas imagens de antes e depois mostram como Inirio marcava cuidadosamente cada imagem antes da impressão final. Antes do Photoshop, você precisava desenvolver pacientemente um negativo diversas vezes, voltando para marcar e queimar áreas específicas com base no que você não gostava nas fotos. Muito tempo era consumido até você desenvolver uma forma de fazer isso de maneira eficiente. Um dos jeitos era fazer anotações nas fotos que você gastou muito tempo editando.

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Observar este fluxo de trabalho me faz ficar insatisfeito com o Photoshop e seus resultados instantâneos. É muito fácil aplicar filtros por cima de qualquer coisa que eu fotografo para dar um ar mais dramático. Os tempos mudaram.

[The Literate Lens via Photographers on the Brain]

Adoo baladas, já fui em algumas ( Não quantas gostraia, nem as que gostaria..ainda) , e dentre essas lembro-me de uma onde eram forncecidos protetores auriculares para o excesso de som e oos ouvidos mais sensiveis de alguns… ( confesso que se quero silêncio não é em uma balada que eu iria)..

E depois de pensar nisso, vi a matéria reverenciando um Bar na região que está voltando a ser “baladeira”….a Rua Augusta..

E e lá que se encontra a balada Shhh!,

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O norte-americano Hal Lasko, de 97 anos de idade, é um artista nato! Mas suas obras de arte não são criadas utilizando tela, tinta e pincel, pelo menos não da maneira convencional… O senhor de 97 anos cria seus trabalhos utilizando apenas o Paint, aquele programa de desenho esquecido, que vem com o Windows… É impressionante!

A partir das ferramentas extremamente simples que o Paint oferece, Lasko consegue criar verdadeiras obras de arte, como as que ilustram esta notícia. E tudo é tão bem feito e caprichado que é realmente difícil acreditar que essas pinturas se originaram de recursos como pincel, spray e o famigerado balde de tinta. (mais…)

Will Smith e Alfonso Ribeiro (Carlton)

Ah, a nostalgia.

Essa semana marcou nada mais nada menos do que 17 anos desde que o último episódio da série The Fresh Prince Of Bel-Air (“Um Maluco no Pedaço”) foi ao ar, e a comemoração foi em grande estilo.

Ao participarem do programa de Graham Norton, no Reino Unido, Will Smith e seu filho se apresentaram junto com o DJ Jazzy Jeff e mandarem ver na música tema da série, cantada a plenos pulmões pela plateia.

Além disso, após a música eles tiveram a participação especial do ator Alfonso Ribeiro,que interpretava Carlton no seriado e, ao lado de Smith, tornou-se marca registrada do mesmo. Juntos, todos dançaram “It’s Not Unusual” “Jump On It”.

Você pode assistir a tudo isso logo abaixo.

Fonte: CoS

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Eu amo filmes, e com o uso da internet eu e muitos outros “baixam” os movies e se deparam com “codinomes” de formatos e siglas, então seguem algumas informações para auxiliar na escolha.

 

CAM
O CAM é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.

TELESYNC (TS)

Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.

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Existe algo que angustia os cientistas e engenheiros da NASA mais do que lançamentos e pousos, mesmo aquela doideira do pouso da Curiosity, que fez a Manobra Adama parecer algo corriqueiro. Na verdade angustia até a mim, com a mesma sensação de estar em uma biblioteca enorme e saber que nunca terei tempo para ler tudo aquilo.

Ao menos vejo assim a situação da Curiosity, e na verdade das outras sondas em Marte também, por disporem de capacidade de gerar toneladas de dados, mas estarem limitadas por capacidade de armazenamento e principalmente com a banda de transmissão com a Terra.

Sim, ao contrário do que acham os histéricos do Twitter, a NASA captura sim imagens grandes. A original do para-quedas da Curiosity, por exemplo, tem 555MB, e levou um bom tempo pra ser transmitida de Marte.

As sondas e satélites de observação hoje em dia mandam thumbnails, e aguardam comandos para que os cientistas escolham quais imagens querem em alta resolução. Só assim conseguem manter os canais menos que 100% congestionados. (mais…)

Desde o início, o Android foi desenvolvido para funcionar na maior variedade possível de hardware. Ele foi projetado para ser flexível e, portanto, funcionar em qualquer dispositivo.

Não que seja possível simplesmente colocar o Android em qualquer eletrônico para que ele rode, mas sabemos que com as adaptações necessárias, ele é capaz de atender a uma grande variedade de aparelhos.

Depois de ver o Android em smartphones, tablets, TVs e smartwatches, poderemos observar em breve uma nova tendência – Android em câmeras digitais. Nós já sabemos que a Samsung pode estar trabalhando em uma câmera com Android digital, e esperamos que as outras empresas sigam essa idéia, pois é bastante promissora.

Como as câmeras de smartphones se tornam cada vez mais avançadas, os telefones estão começando a conseguir muito mais do que uma câmera digital compacta pode fazer, já que além de obter uma boa foto, permite o compartilhamento quase instantâneo da mesma. Isto significa que a câmera digital como um conceito está sob ataque, e pode se tornar obsoleta nos próximos anos. Se os fabricantes de câmeras querem manter-se neste mercado, eles precisam começar a inovar em suas criações. (mais…)

Em fevereiro de 2012, a Nokia anunciou o 808 Pureview, um celular com câmera de sensor de 41 megapixels e capacidade de tirar fotos com resolução de 38 megapixels. O aparelho chegou ao Brasil na semana passada, por R$ 1.999. Logo quando foi anunciado, o alto número de megapixels gerou inúmeras desconfianças dos mais incrédulos. Tamanha capacidade num dispositivo móvel parecia mais uma jogada de marketing.

Mas, a partir do momento que o fabricante ofereceu alguns exemplares para teste, o que parecia um absurdo era verdade. A qualidade das fotos realmente foi realmente avaliada como superior às câmeras dos melhores smartphones atuais. Passado o espanto e excitação das pessoas com tal poder fotográfico, surgiu outra questão: por que um recurso tão avançado vinha com o quase aposentado Symbian como sistema operacional? (mais…)

Quando você pensa em LEDs, você deve imaginar pequenas protuberâncias de plástico. Mas se estes cientistas conseguirem o que querem, os LEDs do futuro serão mais parecidos com papel ou tecido brilhante.

Pesquisadores da Universidade Linköping, na Suécia, publicaram seu trabalho no periódico Rapid Research Letters, revelando que eles conseguem criar LEDs brancos direto na superfície do papel, em camadas bem finas. Isto significa que, no futuro, a iluminação por LED poderia aparecer em papel de parede, ou mesmo ser embutido em roupas.

O truque é feito usando nanobastões de óxido de zinco, depositados em uma fina camada de polidietilfluoreno, um polímero que conduz eletricidade. Magnus Willander, um dos pesquisadores,explica que:

Esta é a primeira vez que alguém foi capaz de criar componentes semicondutores inorgânicos tanto eletrônicos como fotônicos direto no papel usando métodos químicos.

Eles já requisitaram patentes a fim de proteger esta invenção. É bem interessante imaginar iluminação de baixa energia em um formato flexível, que poderia aparecer em roupas ou na sua casa. Como você usaria o LED do futuro?

[Rapid Research Letters via Science Daily]

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 -(o o)- RODRIGO SILVA